quinta-feira, 23 de julho de 2015

Empadão desconstruído com couve flor e ervilhas!


Para começar a qualidade das fotos é miserável. Não tenho em Lisboa máquina (nem tempo que isto é tirado no restaurante), e ate ter um telemóvel que tire fotos decentes vai ter que ser assim.
Hoje o almoço foi empadão, mas em vez de puré de batata foi com puré de ervilhas e puré de couve flor-
Este foi empratado, mas ao almoço servimos buffet, pelo que o resultado servido era em formato de empadão normal.
Fica aqui a sugestão. Experimentem trocar a batatas pela couve flor, ou pela ervilha, ou ambose vão ter um resultado saboroso e bem menos calórico.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Porque é preciso tempo e paixão...

Um blog de cozinha requer muita dedicação e muito tempo. Sempre o soube, mas sempre consegui gerir o tempo de forma a poder manter as receitas com alguma regularidade.
Nos últimos dois meses a minha vida mudou. Mudou tudo. Desde a vida pessoal, à profissional, passando pela cidade onde estou a morar.
Se ter um blog de receitas é exigente, trabalhar numa cozinha é muito mais! Felizmente, estou a viver da cozinha. Eu disse que o ia fazer, não disse? Pois bem, estou! Mas, e há sempre um mas, não tenho tido tempo para o blog. Não da forma como gostaria. Se vai acabar? Não! De todo! Afinal, a verdadeira Aventura Culinária só está a começar.
Além de estar à frente da cozinha de um restaurante no Chiado, vou lançar um livro de receitas. Vai sair lá para Outubro. E é dessas novas aventuras que passarei a dar conta aqui.
Este irá ser um espaço de informação, de partilha das receitas que vou fazendo no restaurante ( temos a vertente vegetariana e proteína animal no restaurante), de partilha desta minha nova vida.
Mudei de malas e bagagens para Lisboa à procura do meu sonho, da minha paixão. Aos 36 anos peguei em mim, em duas malas de roupa e vim. Perguntam-me se não tenho medo. Tenho. Tanto... Se não me custa. Caramba se custa. Mas, é isto. É por aqui.
As mudanças são difíceis, mas necessárias. Há dias mais duros (hoje as saudades estão difíceis de gerir!), há momentos que doí, doí a ausência, doí a solidão, doí a casa ( que nem minha é, é emprestada!) vazia, o silêncio...mas em momento algum há dúvidas. Sou feliz a cozinhar e nada vale mais do que o sorriso de uma pessoa enquanto come a "minha" comida. Finalmente, começo a fazer-me cozinheira.